Como o PDE-5 é primariamente distribuído no músculo liso das paredes arteriais dos pulmões e pênis, a sildenafila age seletivamente em ambas as áreas sem induzir vasodilatação em outras áreas do corpo.
O comprimido azul, vulgarmente conhecido como Viagra, contém citrato de sildenafil como princípio ativo.
Em Portugal, só pode ser adquirido em farmácia mediante receita médica, apesar de haver casos de venda ilegal.
A dose habitual para a maioria dos homens é de 50 mg, tomada cerca de uma hora antes da atividade sexual.
O efeito do medicamento pode durar entre quatro a seis horas, dependendo do metabolismo de cada pessoa.
Não se trata de um afrodisíaco: só funciona se houver estimulação sexual natural.
O comprimido não deve ser partido ou mastigado, devendo ser engolido inteiro com um copo de água.
A Pfizer submeteu para o FDA um registro adicional para a sildenafila, e este foi aprovado para esta indicação em junho de 2005.
O sildenafil atua inibindo a enzima PDE5, o que aumenta o fluxo sanguíneo para os corpos cavernosos do pénis.
A absorção é mais rápida se o comprimido for tomado em jejum, mas uma refeição rica em gordura pode atrasar o efeito.
O medicamento começa a fazer efeito entre 30 a 60 minutos após a toma, embora alguns homens sintam efeito mais cedo.
A dose máxima recomendada é de 100 mg por dia, nunca devendo ser excedida sem indicação médica.
Em Portugal, o Viagra está disponível em três dosagens: 25 mg, 50 mg e 100 mg.
O nome da preparação é chamada de Revatio, para evitar confusão com o nome Viagra, e os comprimidos de 20 miligramas são brancos e redondos. Desta forma, a sildenafila tornou-se uma opção além das terapias baseadas em bosentana e prostaciclina utilizadas para esta condição. Em um estudo duplo-cego de 2005, o Dr.
Efeitos adversos
O sildenafil foi descoberto pela Pfizer em 1989 durante a investigação de um tratamento para a angina. [5] Em 1998 foi aprovada a sua comercialização nos Estados Unidos e na União Europeia. [6][7][2][5][8] Em 2021 foi o 157.º medicamento mais receitado nos Estados Unidos, com mais de 3 milhões de prespcrições. [9][10] Está disponível como medicamento genérico. [11][12] No Reino Unido está disponível em venda livre.
Uso recreacional
A sildenafila é usada principalmente para o tratamento da disfunção erétil. Ao atuar como um inibidor do PDE-5, permite que o GMPc seja mantido mais tempo em circulação (substância responsável pelo relaxamento dos músculos do pénis), o que leva a um maior aporte de sangue e consequentemente à ereção. Assim como para disfunção erétil, o citrato de sildenafila também é eficiente na doença rara chamada hipertensão arterial pulmonar (HAP ou PAH). Ele relaxa a parede arterial, levando a uma menor resistência arterial pulmonar e pressão. Desta forma ele reduz o trabalho em excesso do ventrículo direito do coração e melhora os sintomas da falência cardíaca do lado direito. Roland Fries e seus colegas relataram que a sildenafila diminui a frequência dos ataques do fenômeno de Raynaud, reduzindo sua duração por aproximadamente 50%, mais que quadruplicando a velocidade média do sangue capilar.
Produto
Dosagem
Quantidade + Bónus
Preço
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Se a erecção durar mais de 4 horas contínuas, pode surgir priapismo – uma condição dolorosa que, sem tratamento médico imediato, pode levar a danos irreversíveis.
Ver também
A frequência máxima recomendada de Viagra é de uma vez ao dia", informa a Pfizer. Porém, tomar apenas o remédio não é garantia de sucesso. É necessário também estímulo sexual para que o medicamento funcione bem. Por outro lado, informa a instituição britânica, a ereção deve desaparecer com o fim da relação sexual. O Viagra é recomendado apenas para homens maiores de 18 anos que tenham impotência, ou seja, pessoas que não conseguem ter ou manter uma ereção.
Interacções medicamentosas
Os efeitos colaterais mais comuns são dores de cabeça, náuseas, ondas de calor e tontura, mas a maioria dos homens não sente nenhum problema. Como regra geral, o medicamento deve ser evitado por homens que têm falta de ar ou dor no peito ao fazer exercícios leves, como subir poucos lances de escadas. O sistema de saúde do Reino Unido e a Pfizer desaconselham o Viagra para as seguintes pessoas: - doentes graves do coração ou do fígado; - pacientes que tenham sofrido derrame há pouco tempo; - pacientes em tratamento com medicamentos que contenham qualquer forma de óxido nítrico, nitratos orgânicos ou nitritos orgânicos. É também recomendado consultar um médico antes de tomar o medicamento caso a pessoa esteja fazendo algum tratamento médico, ou tenha doenças como úlceras estomacais, hemofilia, leucemia ou anemia falciforme. Tomar sildenafil pode ser perigoso se o paciente também seguir um tratamento com medicamentos conhecidos como nitratos, normalmente prescritos para angina (dor no tórax), pois a combinação de ambos os componentes pode causar uma queda perigosa na pressão arterial.
Citrato de Sildenafil
O composto também não combina bem com o Adempas, um remédio para hipertensão pulmonar, nem com drogas de uso recreativo que tenham nitrito de amilo (um vasodilatador), como as chamadas "poppers". Segundo o NHS, não há estudos conclusivos sobre efeitos colaterais caso haja mistura de sildenafil com drogas como cocaína ou LSD, mas o órgão não recomenda o uso das substâncias ao mesmo tempo. Por outro lado, o Viagra causa efeitos colaterais graves em menos de um a cada mil pacientes. Recomenda-se que o paciente pare de tomar Viagra e consultar um médico nos seguintes casos: - se tiver ereções prolongadas (mais de quatro horas) e às vezes dolorosas; - caso exista uma perda repentina de visão; - se houver uma reação cutânea grave, que pode ser acompanhada por febre, descamação da pele, inchaço e bolhas; Há remédios que funcionam de maneira similar ao Viagra, como Cialis. Também existe um medicamento vasodilatador chamado Alprostadil, que ajuda a estimular o fluxo sanguíneo até o pênis. Torna mais provável o enfarte do miocárdio e o AVC.
Segurança e avaliação do risco/benefício
Titular da Autorização de Introdução no Mercado e Fabricante Titular da Autorização de Introdução no Mercado Sidefarma – Sociedade Industrial de Expansão Farmacêutica, S.A.Rua da Guiné, 262689-514 Prior Velho hameln rds a.s.Horná 36, 36 900 01 ModraSlovak Republic Para quaisquer informações sobre este medicamento, queira contactar o representante local do Titular da Autorização de Introdução no Mercado. Este folheto foi aprovado pela primeira vez em outubro de 2014. Viagra foi aprovado pela FDA nos EUA em 27 de março de 1998 — Foto: HO/AFP A partir deste mês, os britânicos já podem comprar Viagra sem a necessidade de receita médica em farmácias do Reino Unido. As autoridades sanitárias britânicas anunciaram a decisão há alguns meses com a intenção de reduzir a venda ilegal do produto pela internet. O sildenafila, comercializado com o nome de Viagra pela farmacêutica Pfizer, pode ajudar os homens com disfunção erétil a manter uma ereção para ter uma relação sexual satisfatória.
Ajuda da Internet
Mas como qualquer outra medicação, o Viagra pode trazer efeitos colaterais. Leia abaixo o que você deveria saber antes de comprar e provar as pílulas. Para a ereção dar certo, o sildenafil, o componente do Viagra, precisa aumentar o fluxo sanguíneo até o pênis. Esse mesmo composto, embora em menor quantidade, também é usado em remédios que combatem a hipertensão pulmonar. Segundo dados do NHS, o serviço de saúde do Reino Unido, ao menos dois terços dos homens que usam o medicamento dizem que ele funciona e provoca ereção.
Prevenção do murchamento das plantas
Em média, o remédio demora entre 30 e 60 minutos para fazer efeito em homens com disfunção erétil. Na bula do publicada no site da Anvisa, a empresa farmacêutica informa que um comprimido de 50 mg deve ser tomado em até uma hora antes da relação sexual. Já o serviço de saúde britânico afirma ser possível ter ereção ingerindo uma pílula até quatro horas antes. "De acordo com a eficácia e tolerabilidade, a dose pode ser aumentada para um máximo recomendado de 100 mg ou diminuído para 25 mg. A dose máxima recomendada é de 100 mg. Efeitos de outros medicamentos sobre o sildenafila: o metabolismo do sildenafila é principalmente mediado pelas isoformas 3A4 (via principal) e 2C9 (via menor) do citocromo P450 (CYP). Assim, os inibidores destas isoenzimas podem reduzir a depuração do sildenafila, e os indutores destas mesmas isoenzimas podem aumentar a depuração do sildenafila.
Usos médicos
Ele é vendido como injeção e supositório. É recomendado uma consulta médica antes desse tratamento. Por outro lado, há disfunções de ereção causadas por problemas endócrinos que podem ser tratados com hormônios masculinos injetáveis. Sildenafil ou sildenafila, comercializado sob a marca Viagra, entre outras, é um medicamento usado no tratamento da disfunção erétil e da hipertensão pulmonar. [1][2] Por vezes, é também usado de forma off label no tratamento de determinados sintomas da síndrome de Raynaud secundária.
Fenômeno de Raynaud
[3] Não é claro se é eficaz no tratamento de disfunção sexual em mulheres. [2] Pode ser administrado por via composto viagra oral, por injeção intravenosa ou por via sublingual. [2][4] Quando administrado por via oral, geralmente começa a produzir efeito nos primeiros vinte minutos e tem a duração de cerca de duas horas. Entre os efeitos secundários mais comuns estão dores de cabeça, azia e rubor na pele. [2] Em pessoas com doenças cardiovasculares é recomendada precaução.
Hipertensão pulmonar
[2] Os efeitos secundários graves são raros e incluem problemas na visão, perda auditiva e ereção prolongada que pode causar lesões no pénis. [2] O sildenafil não deve ser administrado em pessoas que tomem nitratos como a nitroglicerina, uma vez que isso pode resultar numa diminuição grave da pressão arterial. O sildenafil atua ao bloquear a ação da fosfodiesterase 5 (PDE5), uma enzima que regula a corrente sanguínea no pénis. [2] O medicamento requer excitação sexual para atuar, uma vez que por si só não consegue causar ou aumentar a excitação. [2] Além do pénis, o sildenafil também causa dilatação dos vasos sanguíneos dos pulmões. Não existem dados relativos à interacção do sildenafila com os inibidores não específicos das fosfodiesterases, tais como, a teofilina ou o dipiridamol.
Condição do doente
Precaução necessária
Motivo
Monitorização
Doença cardiovascular
Avaliação cardíaca prévia
Esforço físico da relação sexual
Tensão arterial e frequência cardíaca
Deformação anatómica do pénis
Usar com cuidado
Risco de priapismo
Procurar ajuda se ereção superior a 4 horas
Insuficiência hepática
Reduzir dose inicial
Metabolização hepática diminuída
Função hepática
Idade superior a 65 anos
Sem ajuste de rotina
Maior sensibilidade possível
Resposta clínica
A sildenafila aumenta o efeito hipotensor dos nitratos, como o nitrato de amilo e a nitroglicerina usados no tratamento da doença cardíaca.
Situação clínica
Risco associado
Conduta recomendada
Uso de nitratos
Hipotensão grave
Não utilizar em circunstância alguma
Hipersensibilidade ao sildenafil
Reação alérgica
Evitar o medicamento
Doença cardiovascular grave
Risco de evento cardíaco
Avaliação médica prévia obrigatória
Perda súbita de visão anterior
Neuropatia ótica isquémica
Contraindicado
Quando administrado junto com medicamentos que contém óxido nítrico, nitritos e nitratos orgânicos, como a nitroglicerina (trinitrato de glicerina), nitroprussiato de sódio, nitrito de amila[16] Em homens para os quais a relação sexual não é recomendável devido aos fatores de risco cardiovascular Insuficiência hepática severa (função do fígado diminuída) Pessoas que sofreram um AVC recentemente ou ataque cardíaco Desordens retinais degenerativas hereditárias (incluindo desordens genéticas das fosfodiesterases retinais) Parte do processo fisiológico da ereção envolve o sistema nervoso parassimpático causando a liberação de óxido nítrico (NO) no corpo cavernoso do pênis.
O Viagra original foi desenvolvido inicialmente para tratar a hipertensão arterial pulmonar, não a disfunção erétil.
A descoberta do seu efeito na ereção foi acidental durante os ensaios clínicos nos anos 90.
A Pfizer lançou o medicamento no mercado em 1998, após aprovação da FDA americana.
Em Portugal, a introdução do Viagra gerou grande debate mediático sobre a sexualidade masculina e o envelhecimento.
Atualmente existem genéricos de sildenafil bastante mais baratos, com a mesma eficácia.
O nome “Viagra” tornou-se um termo genérico no vocabulário popular para designar qualquer comprimido azul de ereção.
O NO se liga aos receptores da enzima guanilato ciclase o que resulta em níveis aumentados de guanosina monofosfato cíclico (GMPc), induzindo a musculatura lisa do corpo cavernoso ao relaxamento (causando vasodilatação), resultando num influxo maior de sangue, que é a causa da ereção.